::quarta-feira, junho 21, 2006

Sair do armário?

Não. Nada disso.
Não faz muito o meu género, isso de andar dentro de armários (condição sine qua non para poder deles sair).

É verdade que houve uma ou duas vezes, quando era puto, um pouco mais velho que o Bernardo, que a minha mãe foi dar comigo, a meio da noite, dentro de um dos guarda-fatos da casa. Mas lá está, guarda-fato. Não armário.

Até porque nos armários costumam haver esqueletos (serão daqueles que nunca deles conseguiram sair?), e o meu não é a excepção que confirma a regra.

Não que tenha medo de esqueletos, ou que me façam impressão, mas apenas porque são capazes de ser uma companhia um pouco... apática demais para o meu gosto.